quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Estado vai construir dois presídios no Jardim Catarina


      O terreno escolhido fica em local marcado pelo vazio demográfico 
      e que se encontra em estado de degradação (Foto: Divulgação)

Já estão licitadas as construções de duas casas de custódias em Sao Gonçalo. As unidades prisionais serão construídas numa área do Estado, na divisa do Jardim Catarina com Guaxindiba. De acordo com integrantes do Programa Delegacia Legal, os presídios decretarão o fim da carceragem da Base Neves da Polinter e que eles serão construídos até o fim deste ano. Além destas duas casas de custódias, o governo estadual implantará outras duas em Resende e em Magé.

De acordo com o Programa Delegacia Legal, o terreno escolhido fica em local marcado pelo vazio demográfico e que se encontra em estado de degradação. 


Segundo integrantes do governo fluminense, as unidades prisionais não irão interferir no cotidiano dos moradores de Guaxindiba, pois serão erguidas numa área afastada do bairro.

Emprego - O coordenador do Programa Delegacia Legal, César Campos, disse que as obras, que estão previstas para durar 180 dias cada, vão gerar  1,2 mil postos de trabalho.

 - Durante a construção das casas de custódias, serão empregadas diretamente 300 pessoas (150 em cada unidade) e outras 900 empregos indiretamente (450 em cada unidade), garantiu Campos.

Licitação - Os avisos para as licitações já foram publicadas na edição do Diário Oficial.  Segundo a publicação, as casas de custódias terão capacidade para 552 detentos cada. A primeira vai custar R$ 26,8 milhões, enquanto a segunda está orçada em R$ 23,3 milhões. 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

1ª Feira de jornalismo digital será realizada no RJ

A Digital News Show (DNS) é o nome da feira que discutirá as técnicas do jornalismo digital no Brasil. Com mais de oito debates agendados na programação, o evento será realizado nos dias 10 e 11 de dezembro, no Centro de Convenções Sulamérica, na capital fluminense.

Essa será a primeira edição da DNS, que pretende divulgar as novas tecnologias usadas no jornalismo e qual a funcionalidade que cada uma dessas ferramentas tem para os profissionais de comunicação. A organização da feira também visa responder a seguinte questão: "Que produtos, conteúdos e serviços os veículos online estão criando para aprimorar a entrega da informação e aprofundar o conhecimento e a compreensão dos fatos?"

O evento contará com estandes, dando espaço aos veículos de comunicação e as empresas ligadas ao business do jornalismo digital. Além dos expositores e dos painéis onde serão realizadas os debates, a DNS contará com uma área de conferência e lounges.

Confirmados

Criador do plantão de notícias e integrante da equipe esportiva da Super Rádio Tupi, Maurício Menezes vai ser o responsável pelo speech de abertura do evento: uma apresentação de stand up sobre o jornalismo. O jornalista Eduardo Spohr, autor de A Batalha do Apocalipse, e o editor do GuanaCast, Gustavo Guanabara, são outros que já garantiram presença na DNS.

As inscrições para visitantes ainda não estão disponíveis pela produção do evento, mas os expositores interessados em garantir espaço na Digital News Show já podem fazer as reservas no site do evento.

domingo, 28 de agosto de 2011

Morre no Rio o diretor de Redação do jornal "O Globo"


Rodolfo tinha 49 anos e lutava desde 2009 contra a esclerose lateral amiotrófica (ELA)

Morreu na tarde deste sábado 27, no Rio de Janeiro (RJ), o jornalista Rodolfo Fernandes, aos 49 anos. Diretor de redação do jornal O Globo, ele estava internado na Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro, onde lutava desde 2009 contra a esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença neurológica fatal que provoca lesões musculares progressivas.
A doença foi diagnosticada em julho daquele ano. Fernandes enfrentava insuficiência respiratória mas, segundo o jornal, continuou trabalhando até a última quinta-feira. O governo do RJ decretou luto oficial.
Filho do jornalista Hélio Fernandes, Rodolfo iniciou a carreira aos 16 anos, na Tribuna da Imprensa. Passou também por veículos como Última HoraJornal de BrasíliaFolha de São Paulo Jornal do Brasil, em Brasília Foi repórter atuante no acompanhamento do cotidiano da Presidência da República e do Congresso Nacional.
Rodolfo Fernandes trabalhava em O Globo havia 22 anos. Inicialmente, na Sucursal de Brasília, onde exerceu as funções de coordenador de política e chefe de redação. De volta ao Rio em 2000, assumiu a editoria de Política. No ano seguinte, tornou-se chefe da redação.
Rodolfo era casado com Maria Sílvia Bastos Marques, ex-executiva do Banco Icatu, ex-secretária de Fazenda da cidade do Rio de Janeiro e presidente da Empresa Olímpica Municipal, criada pela prefeitura com a função de coordenar os projetos para os Jogos Olímpicos a serem disputados no Rio em 2016. Do primeiro casamento, com Sandra Fernandes, o jornalista deixa dois filhos, Felipe e Letícia. Irmão mais novo de Hélio Fernandes, o jornalista, escritor e dramaturgo Millôr Fernandes era seu tio.

Partidos encomendam pesquisas em Niterói para as eleições 2012


Na manhã e tarde de ontem um grupo de pesquisadores abordava eleitores em vários bairros, tendo destaque a pergunta sobre a rejeição popular a nomes de prováveis candidatos a prefeito. Entre os nomes avaliados, segundo os pesquisados, estão os do atual prefeito, dos deputados Chico D´Angelo, Sérgio Zveiter, Rodrigo Neves, Marcelo Freixo, Comte Bittencourt de do ex-vereador Paulo Eduardo Gomes. Também é avaliada a posição do governador do Estado.
Candidatos à vereança estão na expectativa das avaliações, com vistas à opção por partidos com lideranças de menor rejeição ou de maiores possibilidades de conquista do Poder.
Mas os candidatos à vereança terão de fazer outra avaliação após a análise das pesquisas: como fica o quadro de concorrentes à Câmara Municipal, em cada partido.


Fonte: Lobo

sábado, 27 de agosto de 2011

Popularidade de Dilma está em 49%, segundo CNT/Sensus

A primeira pesquisa CNT/Sensus sobre o governo da presidente Dilma Rousseff, divulgada nesta terça-feira (16), apontou aprovação de 49,2% dos brasileiros ao governo da petista. Ou seja, 49,2% dos brasileiros avaliaram seu governo como ótimo ou bom. Outros 37,1% consideram sua atuação regular, enquanto 9,3% a veem como ruim ou péssima. A sondagem tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais e foi feita com 2.000 entrevistas em 136 municípios.

A avaliação de Dilma após os sete primeiros meses de seu governo é melhor que a de seus antecessores no mesmo período: Fernando Henrique Cardoso tinha aprovação de 12% em agosto de 1999; e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tinha de 48,3% em agosto de 2003.

O desempenho pessoal da presidente é aprovado por 70,2%, segundo a pesquisa. Outros 21,1% desaprovam Dilma. Não souberam responder 8,8% dos entrevistados, ouvidos entre 7 e 12 de agosto.

A pesquisa apontou ainda que 61,1% dizem acreditar que o governo Dilma será ótimo ou bom, e que, para 26,2%, ele será regular. Outros 7,5% consideraram que será ruim e péssimo.

Sobre as denúncias de corrupção nos últimos meses, a CNT/Sensus indicou que 40,4% dos brasileiros têm acompanhado os casos. Mais de 25% ouviram falar, e outros 32% não acompanham nem souberam dos problemas no ministério de Dilma.

Dilma e Lula

Em agosto de 1999, também pela CNT/Sensus, o então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) tinha aprovação de 12% em seu governo. Seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tinha 48,3% em agosto de 2003.

Na comparação com Lula, 11,5% preveem que o governo de Dilma será melhor, enquanto, para 38,1%, será igual. Já 45,4% consideraram que ele será pior.
CNI/Ibope

Em outra pesquisa, divulgada na última quarta-feira (10), a CNI/Ibope revelou que a popularidade do governo da presidente Dilma caíra de 56% em março para 48% no fim do mês passado. O segundo levantamento foi realizado entre 28 e 31 de julho e contempla a crise no Ministério dos Transportes, que derrubou o ex-titular da pasta, Alfredo Nascimento, e mais de 20 outros servidores da pasta.

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas nas cinco regiões do país. A sondagem, que tem dois pontos percentuais de margem de erro, mostrou aumento do número de entrevistados que consideram o governo regular: 36% em julho ante 27% em março. Os que avaliam como ruim ou péssimo passou de 5% para 12%.

Pluralismo estrutural na imprensa. O que é isso?


Por Carlos Castilho
É a expressão que os acadêmicos criaram para abordar a questão da diversidade de enfoques jornalísticos na imprensa. A idéia que está por trás deste conceito é a de que a imprensa, como parte do mundo da comunicação, só contribui para a produção de conhecimento na medida em que seu conteúdo for diversificado, respondendo à variedade de percepções sobre a realidade.
Trata-se de uma nova abordagem da regulamentação da imprensanesta era de transição de modelos de produção de informações. A regulamentação não seria mais uma imposição externa, mas uma consequência da própria reavaliação do papel da imprensa como ferramenta de produção de conhecimento no mundo contemporâneo.
O pluralismo estrutural é uma teoria proposta pelo sociólogo inglês Anthony Giddense que acabou dando origem a uma série de estudos na área da comunicação e da imprensa. A teoria procura enfocar a realidade da comunicação a partir da análise das suas estruturas e do seu processo de produção de conhecimento.
Neste sentido, a questão da diversidade de pontos de vista e de enfoques jornalísticos não é mais apenas uma espécie de luxo informativo, mas uma necessidade decorrente da própria natureza da matéria prima da imprensa: a informação, o dado e o fato. A abordagem destes três elementos depende de percepções de repórteres, editores e comentaristas, o que inevitavelmente abre a possibilidade de visões divergentes.
Assim, quanto mais visões diferentes forem incorporadas a uma cobertura ou reportagem jornalística, mais ela se aproximará do que pode ser chamado de realidade ou verdade. Também será possível contemplar uma maior variedade de públicos, já que todos sabemos que as pessoas não enxergam a realidade da mesma maneira, pois têm experiências de vida, cultura e necessidades diferentes.
Diante do dilema
O pluralismo estrutural na imprensa tanto pode ser analisado dentro de uma empresa jornalística como entre elas. No primeiro caso, trata-se de verificar a diversidade entre as pessoas que compõem a Redação – por exemplo, qual a proporção de homens e mulheres,de grupos étnicos e culturais, de profissionais formados ou não etc. Esta diversidade é essencial, dependendo do tipo de inserção social do veículo de imprensa. Um jornal cujo público está numa área de fronteira, como Foz do Iguaçu, deve possuir uma Redação e uma linha editorial que contemple a diversidade cultural da região.
O pluralismo estrutural interno na imprensa é quase sempre uma decisão corporativa, ou seja, tomada pela empresa, ao contrário do que acontece com o pluralismo externo, entre empresas. Neste contexto, a regulamentação passa a ser fundamental epano de fundo para a discussão atual sobre a necessidade ou não de normas que regulamentem a existência e ação de veículos de comunicação.
A pluralidade estrutural externa pode ser alcançada de duas formas: com ou sem a participação do governo. No primeiro caso ela é o resultado de uma lei ou decreto. No segundo, assume a forma de autorregulamentação, quando as próprias empresas resolvem adotar normas ou códigos de conduta para garantir a diversidade de enfoques jornalísticos.
O debate do pluralismo estrutural nas empresas é complicado porque elas tendem à uniformidade pela lógica do seu modelo de negócios, que privilegia a produção em massa como forma de assegurar lucros máximos com o mínimo de gastos. A diversidade custa caro porque implica romper o modelo de um produto para muitas pessoas. Por isso há uma resistência inata nas indústrias da comunicação contra o pluralismo estrutural.
Mas se a lógica convencional dos negócios aponta na direção da uniformidade do produto final, no caso a notícia, a lógica da produção de informações e de conhecimento sinaliza na direção da diversidade. A avalancha informativa gerada pela internetcriou uma enorme diversificação das fontes de informação, colocando a indústria da comunicação diante de um dilema. Se ela não assumir o pluralismo estrutural, pode ser atropelada pelas novas fontes de informação na internet.
Intervenção inevitável
A imprensa é hoje uma parte essencial na produção de conhecimento e quanto mais diversificado for este conhecimento maior a possibilidade de que ele contribua para a inovação tecnológica, social e cultural. Como a inovação é o grande motor da nova economia digital, fica fácil perceber como o pluralismo já não pode mais ser visto como um penduricalho na estratégia editorial e comercial da mídia.
As indústrias da comunicação tentam condicionar o debate sobre a autorregulamentação de forma a impor uma diversidade estrutural segundo os seus próprios termos, o que contraria a definição de pluralismo, desenvolvida por filósofos sociais como Giddens. Caso elas não consigam ver o contexto mais amplo do problema, a intervenção do governo como representante da sociedade se tornará inevitável.
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[Carlos Castilho é jornalista]

Notícias - José Mariano Beltrame faz palestra na Barra


Será realizado no dia 13 de setembro uma palestra no Secretário de Segurança José Mariano Beltrame, o evento será realizado na sede da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, a partir das 19h30. Na ocasião serão abordadas vários temas referentes a segurança pública da cidade do Rio de Janeiro.